Curando a Inveja: Olhando para Deus, não para os outros

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Salmo 73

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Você já sentiu inveja de alguém? Achou que a vida daquela pessoa era melhor que a sua, ou que ela tivesse mais oportunidades, talentos, pertences? No Salmo 73, o salmista expressa inveja dos ímpios—pessoas que rejeitam a Deus, mas parecem prosperar de qualquer forma. São prósperas, têm saúde, e parecem viver impunes numa vida pecaminosa. O salmista estava permitindo que o comportamento alheio afetasse a sua espiritualidade; que o modo ímpio de viver dos outros comprometesse a sua fé na virtude de uma vida com Deus. Neste domingo examinamos esse salmo para entender como o cristão pode avaliar a sua vida e norteá-la a partir das prioridades de Deus. Continuar lendo

Insatisfação Sem Fim: Entendendo a inimiga do contentamento verdadeiro.

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Provérbios 30.15-17

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Nesse domingo, partindo do texto de Provérbios 30.15-17, examinamos a grande inimiga do contentamento: a insatisfação. O foco do texto é mostrar que a insatisfação é, por sua própria natureza, insaciável; nunca chegará ao ponto de dizer “basta!” O texto contem cinco retratos: a sanguessuga como um animal cuja sede por sangue nunca se satisfaz; o Sheol, ou a sepultura, que nunca se satisfará em receber os mortos; o ventre estéril, algo que sempre recebe, esperançoso, mas não frutifica com a nova vida; a terra, que recebe água continuamente, mas nunca se sacia; e o fogo, que continuará queimando enquanto for alimentado, mas cuja fome nunca se farta. Continuar lendo

Jesus e Sua Noiva: O Retrato do Amor Verdadeiro

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Efésios 5.25-27, 29

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No final da minissérie “A Videira Verdadeira” Jesus deu este mandamento aos Seus discípulos: “amem-se uns aos outros como eu os amei” (Jo 15.12). Neste domingo, na véspera do dia dos namorados, nós estudamos o texto de Efésios 5.25-27, 29 para entender como Jesus nos amou pelo contexto do retrato do matrimônio. Continuar lendo

A Videira Verdadeira (4): Permanecer para Amar

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JOÃO 15.9-17

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Neste domingo, na nossa série “Podes Crer”, concluímos a minissérie “A Videira Verdadeira”. No discurso da videira, Jesus estava se identificando como a única e necessária fonte de vida espiritual para Seus discípulos. Observamos que Ele deu o mandamento de “permanecer” nEle devido ao fato que o discípulo é totalmente dependente da plenitude de Cristo, da mesma forma que os ramos dependem completamente da videira. O propósito de permanecer nEle é para frutificar, assim glorificando a Deus, como também amando a Deus e uns aos outros. Continuar lendo

A Videira Verdadeira (3): Permanecer para Glorificar

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JOÃO 15.4-11

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Neste domingo, na nossa série “Podes Crer”, continuamos a minissérie “A Videira Verdadeira”. Na mensagem anterior, focamos no propósito de permanecer para frutificar (vv. 1-3); nesta última mensagem usamos o versículo 8 para entender que devemos permanecer para glorificar: “Meu Pai é glorificado pelo fato de vocês darem muito fruto; e assim serão meus discípulos”. Como sabemos de outros textos bíblicos, o propósito de Deus para a humanidade é exaltar Jesus Cristo (Deus Filho) para a glória de Deus Pai (Fp. 2.9-11). No texto de João 15, vemos que a glória de Deus é alcançada pelos discípulos darem muito fruto, e isso só é possível pelo permanecer em Cristo. Continuar lendo

A Videira Verdadeira (2): Permanecer para Frutificar

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JOÃO 15.1-6

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Neste domingo, na nossa série “Podes Crer”, voltamos à minissérie “A Videira Verdadeira”, onde estudamos a última declaração de “Eu Sou” de Jesus no evangelho de João. Tendo estudado o pano de fundo histórico e bíblico da imagem da vinha/videira, observamos o retrato novo que Jesus ofereceu no Seu discurso (Jo 15.1-6). Continuar lendo

Nossa Mãe: O que a Bíblia ensina sobre Eva?

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“Adão deu à sua mulher o nome de Eva, pois ela seria mãe de toda a humanidade”. (GÊNESIS 3.20)

No dia das mães do ano passado, ouvimos uma mensagem intitulada “Nossa Mãe?”, onde aprendemos a distinção entre a Maria da religiosidade e a Maria da Bíblia. Neste ano ouvimos uma mensagem a respeito da única mulher que pode ser chamada “Nossa Mãe”: aprendemos o que a Bíblia ensina sobre Eva, a primeira mulher, esposa e mãe de toda a raça a humana. Continuar lendo

A Videira Verdadeira (1): A Videira na História Judaica

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JOÃO 15.1-3

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Neste domingo voltamos à nossa macrossérie, “Podes Crer”, um estudo do evangelho de João, dando início a uma nova minissérie, “A Videira Verdadeira”. Tendo concluído o seu discurso no cenáculo, Jesus falou, “Levantem-se, vamo-nos daqui” (14.31) indicando que o Seu próximo discurso ocorreu enquanto caminhavam rumo a Getsêmani. Jesus começou o Seu discurso da videira com a seguinte afirmação: “Eu sou a videira verdadeira, e meu Pai é o agricultor. Todo ramo que, estando em mim, não dá fruto, ele corta; e todo que dá fruto ele poda, para que dê mais fruto ainda. Vocês já estão limpos, pela palavra que lhes tenho falado” (15.1-3). Continuar lendo

Abri! Colossenses (5): A Prática do Evangelho

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Neste domingo concluímos a minissérie Abri! Colossenses, assim encerrando o nosso primeiro mês de Abriu? na IBABI. Nessa quinta e última mensagem estudamos o impacto prático do evangelho na vida do cristão por meio das instruções e saudações finais de Paulo aos colossenses.

Ao finalizar sua carta, Paulo é bastante pessoal, mencionando dez pessoas pelo nome. Vimos que, além de Justo e Ninfa, todos aparecem em outros textos bíblicos como companheiros na trajetória missionária de Paulo. Poderíamos pensar, “Mas o que essas pessoas do primeiro século tem a ver comigo? Como posso usar as instruções de Paulo para pessoas desconhecidas no meu dia a dia?” Esse é um dos aspectos mais impressionantes das Escrituras: ao revelar-se ao homem, Deus usou as histórias de seres humanos no seu contexto humano para demonstrar a praticidade da mensagem do evangelho. Se tivéssemos apenas a história de Jesus, talvez chegaríamos a conclusão de que a vida em Cristo é um alvo inatingível, pois quem consegue imitar o Deus-Homem? Mas ao vermos pessoas comuns, transformadas pelo evangelho, demonstrando fé em Cristo, amor pelos santos e alicerçados na esperança da vida eterna nEle, nós vemos como o Evangelho é acessível e prático.

Paulo dá duas instruções gerais aos colossenses antes de finalizar sua carta com instruções para pessoas específicas (4.2-6). Primeiro, ele demonstra a importância da oração. Há muito que podemos falar sobre a oração, mas ressaltamos três aspectos a partir do texto. O apóstolo exorta os colossenses à perseverança na oração. Eles devem se dedicar à oração, demonstrando prontidão na sua dependência em Deus. Como Jesus no Getsêmani (Mt 26.41), ele ordena a vigilância. O cristão deve viver alerta para os impulsos da carne (Cl 2.23). Por final, ele volta ao tema de gratidão. Nossa vacina contra o descontentamento e insatisfação é entender, constantemente, que Deus é a fonte de tudo que temos, e agradecermos a Ele por isso. A segunda parte da sua instrução é a respeito de sabedoria no nosso procedimento quanto às pessoas descrentes. Se vamos ser eficientes com o nosso tempo, temos que ser conhecedores de Cristo, assim aproveitando ao máximo todas as oportunidades para fazer o evangelho atraente, comunicando a verdade de forma agradável.

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Considere os princípios e as verdades bíblicas ensinadas por Paulo nessas poucas frases no final da sua carta. Será que estamos vivendo essas verdades?

Na oração:

Perseverança. Muitos diriam que oram constantemente. Mas a perseverança e persistência bíblica não são esforços egoístas, mas expressões de completa dependência em Deus. Você está lembrando, constantemente, de colocar diante de Deus as suas petições?

Vigilância. O nosso espírito deseja servir a Deus, mas a nossa carne é fraca (Mt 26.41). Como podemos combater isso? Que perigos, internos e externos, podem prejudicar a nossa vida em Cristo?

Agradecimento. Você luta com negatividade, insatisfação ou descontentamento? Sabia que essas coisas são sintomas de um coração ingrato? Você considera como até as coisas difíceis da vida são dádiva de Deus? Seja agradecido!

No evangelismo (nossa conduta com pessoas não-salvas):

Sábios. Um aspecto dessa sabedoria com pessoas descrentes é reconhecer que elas não veem o mundo pela mesma lente que o cristão. Será que elas entenderão o nosso “evangeliquês”? Como podemos abordar a verdade de forma mais relevante, sem perder a mensagem essencial do evangelho?

Eficientes. Oportunidades não nos faltam. Por que, então, não falamos mais de Cristo para as pessoas à nossa volta? Por que não aproveitamos “ao máximo” essas oportunidades?

Agradáveis. Isso significa que devemos só falar coisas que agradam aos ouvidos? Como a sua fala pode ser agradável e verdadeira? Quem precisamos considerar acima do nosso próprio interesse para sermos agradáveis na nossa fala? (Obs.: essa pergunta tem duas respostas.)

Atraentes. Sua fala é “temperada com sal”? Gera sede pela palavra? É pura, e traz pureza à situação? Dá gosto pela verdade bíblica?

Conhecedores. Como podemos dar resposta se não temos o pleno conhecimento de Cristo (Cl 1.9; 2.2)? E como podemos conhecer a Cristo sem a Sua Palavra?

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Você leu Colossenses diariamente esse mês? Parabéns! Se você não leu, considere: Deus oferece um plano “Vivo” para cada ser humano, todo santo dia: Você está vivo? Então você tem um pacote de 1.440 minutos diários para gastar como quiser. O saldo não passa de um dia para outro; tem que utilizar cada minuto com o máximo de eficiência ou ele será subutilizado, ou pior, desperdiçado. Se você é salvo, então, em Cristo, também recebe um plano de dados ilimitado, com uma conexão instantânea à fonte infinita de toda sabedoria. Para acessar essa fonte, basta orar. Para conhecer e entender a sabedoria revelada para a vida e piedade, é necessário conhecer a Cristo. Para conhecer a Cristo, é necessário conhecer a Sua Palavra.

Agora, a pergunta que não cala é: O que o impediu de usar 15 desses 1.440 minutos diários (apenas 1%!) para ler uma carta que revela tantas verdades sobre Jesus Cristo?

Entenda bem, o intuito dessa pergunta não é gerar um sentimento de culpa (subjetiva). É uma pergunta incisiva e talvez inconvenientemente intrusiva, feita para despertar em cada leitor um senso de responsabilidade e prestação de contas pela mordomia confiada em nossas mãos: o tempo nosso de cada dia.

A tarefa dessa semana é colocar em prática apenas alguns versículos do final da carta aos colossenses:

Avalie sua oração a partir do texto de Cl 4.2-4. Numa folha, escreva perseverança, vigilância e agradecimento, deixando um espaço entre cada item. Abaixo de cada palavra, aliste formas práticas e concretas de estimular essa qualidade na sua vida de oração. Determine colocá-las em prática a partir de hoje.

Avalie seu evangelismo em termos de sua conduta para “os de fora” (Cl 4.5, 6). Numa folha, escreva sabedoria, eficiência, agradabilidade, atratividade e conhecimento, deixando um espaço entre cada item. Sob cada palavra, aliste formas práticas e concretas de demonstrar essa qualidade nas situações do cotidiano que envolvem pessoas descrentes. Determine que “será sábio no procedimento para com os de fora; aproveitando ao máximo todas as oportunidades. Que o seu falar será sempre agradável e temperado com sal, para que saiba como responder a cada um”.

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Dia 1

Lucas 18.1-8

Dia 2

Mateus 26.36-46

Dia 3

Efésios 5.1-21

Dia 4

Lucas 11.1-13

Dia 5

Salmo 9.1-20

Dia 6

Salmo 100.1-5

Dia 7

João 15.1-27

Abri! Colossenses (4): Cristo e o Lar Cristão

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Neste domingo continuamos a minissérie da nossa nova tradição IBABI: estudar um livro inteiro no quarto mês do ano, o mês de Abriu? Nessa quarta mensagem, estudamos sobre impacto do evangelho no lar cristão.

O texto de Cl 3.18-4.1 (e seu texto paralelo em Ef 5.22-6.9) é um texto de grande impacto na dinâmica do lar. Quando consideramos o pano de fundo histórico da carta, e como se estruturavam os lares dos mundos grego e romano, podemos entender que aquilo que Paulo escreveu não era apenas diferente, era revolucionário. No lar romano do primeiro século o marido não era meramente uma figura patriarcal, ele era o senhor do lar. Ele mandava com autoridade absoluta e respaldo jurídico sobre a casa, com literalmente o poder de vida ou morte em suas mãos. Neste meio, Paulo, sob a inspiração do Espírito Santo, apresentou uma nova visão de família, uma onde o Senhor absoluto era Jesus Cristo, Aquele que morreu e ressuscitou para resgatar o Seu plano original para a família.

Paulo incluiu uma mensagem para cada membro do lar: esposas devem se submeter aos seus maridos, que, por sua vez, devem amar suas esposas; filhos devem obedecer os seus pais e pais devem criar os seus filhos de tal forma que não leve os filhos à ira; escravos devem servir os seus senhores como servindo ao Senhor e senhores devem tratar bem os seus escravos, porque compartilham o mesmo Senhor (Percebeu um padrão na ordem das suas instruções?). Para a nossa ótica do século XXI, esses mandamentos continuam sendo revolucionários. O movimento feminista, o pensamento sobre a criação e educação de filhos, a ideologia de gênero, os movimentos trabalhistas, entre outras linhas de pensamento, têm alterado a aparência da família brasileira da atualidade. A visão divina em Cristo do lar continua inalterada. O que faz um texto como esse tão importante e impressionante é que mesmo que a família brasileira atual seja muito diferente da família romana da antiguidade, os princípios eternos da Palavra de Deus continuam sendo tão relevantes e revolucionários quanto no primeiro século.

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Vamos rever alguns ensinamentos bíblicos básicos acerca dos papéis de cada membro do lar cristão (A dinâmica escravo/senhor é aplicável ao relacionamento empregado/patrão). Vale a pena ler os textos referenciados para cada item.

Marido. Posição: cabeça, líder espiritual, provedor. Deveres: amar sua esposa (Ef 5.25-33; Cl 3.19), com conhecimento (sensibilidade) e mansidão (1 Pe 3.7).

Esposa. Posição: corpo (implícito), auxiliadora espiritual, administradora da casa. Deveres: submeter-se ao seu marido (Ef 5.22-24; Cl 3.18), fazer do lar um refúgio para a família e ensinar as mulheres mais jovens (Tt 2.4, 5).

Filhos. Devem escutar os seus pais (Pv 6.20-23), honrá-los (Ex 20.12; Ef 6.1-3), obedecê-los (Ef 6.1-3; Cl 3.20) e cuidar deles quando forem idosos (1 Tm 5.4, 8, 16).

Pais. Devem amar os seus filhos (Sl 127, 128; Tt 2.4), ensiná-los a obedecerem a Deus (Dt 6.4-9, Ef 6.4), e não devem irritar/levar à ira os seus filhos (Ef 6.4; Cl 3.21).

Escravos. Devem obedecer e servir aos seus senhores como ao Senhor (Ef 6.5-8; Cl 3.22-25) e aceitar a sua situação (1 Co 7.17-24).

Senhores. Devem fazer o que é direito e justo com seus servos (Cl 4.1), não ameaçá-los e tratar os cristãos como irmãos (Ef 6.9).

Como esses princípios diferem da visão contemporânea da família na sociedade? Como diferem dos valores do lar em que você foi criado? Como diferem dos valores do seu lar hoje?

Que passos práticos pode-se tomar para estimular o amor de Cristo em seu lar para aproximar-se mais e mais do retrato bíblico do lar cristão?

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Guia de leitura do livro de Colossenses (assinale para cada leitura diária): 

☐ 1 ☐ 2 ☐ 3 ☐ 4 ☐ 5 ☐ 6 ☐ 7

O alvo da caminhada cristã não é atingir a perfeição nesta vida, e sim de desenvolver, pela cooperação com o Espírito Santo em sua vida, um crescimento diário que o leva, passo a passo, mais próximo à imagem de Cristo. Como vimos na semana passada no texto de 1 Jo 3.3, “Todo aquele que nele tem esta esperança [de ver Jesus face a face] purifica-se a si mesmo, assim como ele é puro”.

Você tem a família perfeita? 

Se sua resposta for “sim”, está na hora de avaliar a sua honestidade. Nenhum de nós tem uma família perfeita, mas isso não impede que tenhamos famílias caminhando para a perfeição em Cristo. O primeiro passo é entender em que áreas a nossa família não reflete o caráter de Cristo. Aliste essas áreas em três categorias: o relacionamento conjugal, o relacionamento pais e filhos, e o relacionamento de trabalho (com aplicação também para o relacionamento de escola).

Você está rumo à perfeição?

Lembre-se de que essas áreas acima não são deficiências de Deus em sua vida. “Seu divino poder nos deu todas as coisas de que necessitamos para a vida e para a piedade, por meio do pleno conhecimento daquele que nos chamou para a sua própria glória e virtude” (2 Pe 1.3). Em outras palavras, temos acesso, por meio do pleno conhecimento de Deus em Sua Palavra, a tudo que precisamos para desenvolver um retrato bíblico de família. Aliste os princípios e verdades que você porá em prática para que sua família reflita mais e mais o amor e o caráter de Cristo.

mentes-ocupadas

Dia 1

O livro de Colossenses;

Pv 6.20-23

Dia 2

O livro de Colossenses;

Efésios 5.22-6.1

Dia 3

O livro de Colossenses;

Tito 2

Dia 4

O livro de Colossenses;

1 Pedro 3.1-7

Dia 5

O livro de Colossenses;

Salmo 127

Dia 6

O livro de Colossenses;

Salmo 128

Dia 7

O livro de Colossenses;

1 Coríntios 7.17-24